domingo, 18 de setembro de 2016

Diversidade cultural é património comum da Humanidade

Mensagem para o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento 2016

Resultado de imagem para a celebracao da diversidade cultural... irina bokova

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, 21 de maio de 2016

A celebração da diversidade cultural significa a valorização de uma extraordinária fonte de intercâmbio, inovação e criatividade, o reconhecimento de que a riqueza das culturas é o poder constitutivo da humanidade e um elemento importante para a paz e o desenvolvimento, cuja promoção é inseparável da observância dos direitos humanos.

A celebração da diversidade cultural também significa estar consciente dos laços que nos unem ao nosso meio ambiente, uma vez que a diversidade cultural é tão necessária para a humanidade como a biodiversidade o é para a natureza, como a Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, aprovada em 2001, declara de forma expressa.

A celebração da diversidade cultural significa a abertura de novas perspectivas para o desenvolvimento sustentável, assim como a promoção de indústrias criativas e do empreendedorismo cultural como fontes de milhares de empregos em todo o mundo – particularmente para os jovens e especialmente para as mulheres. A cultura acelera o desenvolvimento sustentável e teve seu potencial reconhecido na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável adotada pelas Nações Unidas. A cultura oferece uma oportunidade única de conciliar os aspectos econômicos e sociais do desenvolvimento – bens e serviços culturais têm identidades, pontos de referência e valores, ao mesmo tempo em que permitem que milhões de criadores, artistas e profissionais ganhem a vida com o seu trabalho. A celebração da diversidade cultural significa permitir que eles pratiquem suas atividades, assim como os ajuda a enriquecer a paisagem cultural, o que por sua vez nos enriquece.

Celebrar, ao mesmo tempo, a diversidade cultural que amplia os nossos horizontes e os direitos humanos que nos unem: esse é o cerne do mandato da UNESCO, para o patrimônio, a educação, a informação e o compartilhamento do conhecimento. Os inimigos dos direitos humanos sempre atacam a diversidade cultural, que simboliza a liberdade de ser e de pensar, o que é intolerável para eles. Neste dia, vamos ousar responder a eles de forma coletiva: eu chamo todos os Estados-membros a fortalecer o espírito deste dia, como uma arma pacífica contra as tentações do isolacionismo, do fechamento e da exclusão, que levam a humanidade a renunciar a si mesma, ignorando a sua própria riqueza.
     

Resultado de imagem para diversidade cultural

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A
DIVERSIDADE CULTURAL 


A Conferência Geral,
Reafirmando o seu compromisso com a plena realização dos direitos humanos e das liberdades fundamentais proclamadas na Declaração Universal dos Direitos Humanos e em outros instrumentos universalmente reconhecidos, como os dois Pactos Internacionais de 1966 relativos respectivamente, aos direitos civis e políticos e aos direitos econômicos, sociais e culturais;
Recordando que o Preâmbulo da Constituição da UNESCO afirma “(...) que a ampla difusão da cultura e da educação da humanidade para a justiça, a liberdade e a paz são indispensáveis para a dignidade do homem e constituem um dever sagrado que todas as nações devem cumprir com um espírito de responsabilidade e de ajuda mútua”;
Recordando também seu Artigo primeiro, que designa à UNESCO, entre outros objetivos, o de recomendar “os acordos internacionais que se façam necessários para facilitar a livre circulação das idéias por meio da palavra e da imagem”;
Referindo-se às disposições relativas à diversidade cultural e ao exercício dos direitos culturais que figuram nos instrumentos internacionais promulgados pela UNESCO[1];
Reafirmando que a cultura deve ser considerada como o conjunto dos traços distintivos espirituais e materiais, intelectuais e afetivos que caracterizam uma sociedade ou um grupo social e que abrange, além das artes e das letras, os modos de vida, as maneiras de viver juntos, os sistemas de valores, as tradições e as crenças[2];
Constatando que a cultura se encontra no centro dos debates contemporâneos sobre a identidade, a coesão social e o desenvolvimento de uma economia fundada no saber;
Afirmando que o respeito à diversidade das culturas, à tolerância, ao diálogo e à cooperação, num clima de confiança e de entendimento mútuos, estão entre as melhores garantias da paz e da segurança internacionais;
Aspirando a uma maior solidariedade fundada no reconhecimento da diversidade cultural, na consciência da unidade do gênero humano e no desenvolvimento dos intercâmbios culturais;
Considerando que o processo de globalização, facilitado pela rápida evolução das novas tecnologias da informação e da comunicação, apesar de constituir um desafio para a diversidade cultural, cria condições de um diálogo renovado entre as culturas e as civilizações;
Consciente do mandato específico confiado à UNESCO, no seio do sistema das Nações Unidas, de assegurar a preservação e a promoção da fecunda diversidade das culturas;
Proclama os seguintes princípios e adota a presente Declaração:

IDENTIDADE, DIVERSIDADE E PLURALISMO
  
Artigo 1.º
Diversidade cultural: um património comum da Humanidade

A cultura assume diversas formas ao longo do tempo e do espaço. Esta diversidade está inscrita no carácter único e na pluralidade das identidades dos grupos e das sociedades que formam a Humanidade. Enquanto fonte de intercâmbios, inovação e criatividade, a diversidade cultural é tão necessária para a Humanidade como a biodiversidade o é para a natureza. Neste sentido, constitui o património comum da Humanidade e deve ser reconhecida e afirmada em benefício das gerações presentes e futuras.
 
  


Artigo 2.º
Da diversidade cultural ao pluralismo cultural

Nas nossas sociedades cada vez mais diversas, é fundamental garantir uma interacção harmoniosa entre pessoas e grupos com identidades culturais plurais, variadas e dinâmicas, bem como a sua vontade de viver em conjunto. Políticas visando a inclusão e participação de todos os cidadãos são garantias de coesão social, de vitalidade da sociedade civil e de paz. Assim definido, o pluralismo cultural dá expressão política à realidade da diversidade cultural. Sendo indissociável de um ambiente democrático, o pluralismo cultural favorece os intercâmbios culturais e o florescimento das capacidades criativas que suportam a vida pública.


Artigo 3.º
Diversidade cultural como um factor de desenvolvimento

A diversidade cultural alarga o leque de opções à disposição de todos; é uma das fontes do desenvolvimento, entendido não apenas em termos de crescimento económico, mas também como meio para alcançar uma existência intelectual, emocional, moral e espiritual mais satisfatória.


DIVERSIDADE CULTURAL E DIREITOS HUMANOS


Artigo 4.º
Os direitos humanos como garantias da diversidade cultural

A defesa da diversidade cultural é um imperativo ético, indissociável do respeito pelos direitos humanos. Implica um compromisso para com os direitos humanos e liberdades fundamentais, em particular os direitos das pessoas pertencentes a minorias e dos povos indígenas. Ninguém pode invocar a diversidade cultural para justificar a violação dos direitos humanos garantidos pelo direito internacional, nem para restringir o seu âmbito.


Artigo 5.º
Os direitos culturais como enquadramento propício à diversidade cultural

Os direitos culturais são parte integrante dos direitos humanos, os quais são universais, indivisíveis e interdependentes. O florescimento da diversidade criativa exige a plena realização dos direitos culturais conforme definidos no artigo 27.º da Declaração Universal dos Direitos do Homem e nos artigos 13.º e 15.º do Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais. Todas as pessoas devem assim ter a possibilidade de se exprimir e de criar e divulgar o seu trabalho numa língua da sua escolha, e particularmente na sua língua materna; todas as pessoas devem ter direito a uma educação e a uma formação de qualidade, que respeitem plenamente a sua identidade cultural; e todas as pessoas têm o direito de participar na vida cultural da sua escolha e de realizar as suas próprias práticas culturais, sem prejuízo do respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais.


Artigo 6.º
No sentido do acesso de todos à diversidade cultural

Ao mesmo tempo que se garante o livre fluxo de ideias pela palavra e pela imagem, deverá ter-se o cuidado de assegurar que todas as culturas se possam exprimir e dar-se a conhecer. A liberdade de expressão, o pluralismo dos meios de comunicação social, o multilinguismo, a igualdade de acesso às artes e ao conhecimento científico e tecnológico, nomeadamente sob forma digital, e a possibilidade de acesso de todas as culturas aos meios de expressão e divulgação, são garantias da diversidade cultural.


DIVERSIDADE CULTURAL E CRIATIVIDADE

Artigo 7.º
O património cultural como fonte da criatividade

A criação tem as suas raízes na tradição cultural, mas floresce em contacto com outras culturas. Por esta razão, o património, sob todas as suas formas, deverá ser preservado, valorizado e transmitido às gerações futuras enquanto testemunho da experiência e das aspirações humanas, de forma a fomentar a criatividade em toda a sua diversidade e a inspirar um diálogo genuíno entre as culturas.


Artigo 8.º
Bens e serviços culturais: produtos diferentes de todos os outros

Face às actuais transformações de carácter económico e tecnológico, que abrem amplas perspectivas de criação e inovação, deverá prestar-se particular atenção à diversidade da oferta criativa, ao devido reconhecimento dos direitos dos autores e artistas e à especificidade dos bens e serviços culturais que, enquanto portadores de identidade, valores e sentido, não podem ser tratados como meros produtos ou bens de consumo.


Artigo 9.º
As políticas culturais como catalisadores da criatividade

Ao mesmo tempo que asseguram a livre circulação das ideias e dos trabalhos, as políticas culturais deverão criar condições favoráveis à produção e difusão de bens e serviços culturais diversificados através de indústrias culturais com meios para se afirmar a nível local e global. Incumbe a cada Estado, tendo devidamente em conta as suas obrigações internacionais, definir a sua política cultural e executá-la através dos meios que considere adequados, seja prestando apoio operacional seja procedendo a uma regulamentação apropriada.


DIVERSIDADE CULTURAL E SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL


Artigo 10.º
Reforço das capacidades de criação e divulgação a nível mundial

Face aos actuais desequilíbrios nos fluxos e intercâmbios de bens e serviços culturais a nível mundial, é necessário reforçar a cooperação e solidariedade internacionais para que todos os países, especialmente países em vias de desenvolvimento e países em transição, possam estabelecer indústrias culturais viáveis e competitivas a nível nacional e internacional.


Artigo 11.º
Estabelecimento de parcerias entre o sector público, o sector privado e a sociedade civil

As forças de mercado, só por si, não podem garantir a preservação e promoção da diversidade cultural, que é fundamental para um desenvolvimento humano sustentável. Desta perspectiva, deverá ser reafirmada a preponderância das políticas públicas, em parceria com o sector privado e a sociedade civil.


Artigo 12.º
O papel da UNESCO

A UNESCO, em virtude do seu mandato e das suas funções, tem as seguintes responsabilidades:

a) Promover a incorporação dos princípios enunciados na presente Declaração nas estratégias de desenvolvimento delineadas no seio dos vários organismos intergovernamentais;

b) Servir como entidade de referência e fórum onde os Estados, as organizações internacionais governamentais e não governamentais, a sociedade civil e o sector privado possam juntar-se para a elaboração conjunta de conceitos, objectivos e políticas em prol da diversidade cultural;

c) Prosseguir as suas actividades de definição normativa, sensibilização e desenvolvimento de capacidades nas áreas relacionadas com a presente Declaração que se inscrevam nas suas esferas de competência;

d) Facilitar a aplicação do Plano de Acção, cujas linhas principais constam em anexo à presente Declaração.



* Entre os quais, e nomeadamente, o Acordo de Florença de 1950 e seu Protocolo de Nairobi de 1976, a Convenção Universal sobre Direito de Autor, de 1952, a Declaração dos Princípios da Cooperação Cultural Internacional, de 1966, a Convenção Relativa às Medidas a Adoptar para Proibir e Impedir a Importação, a Exportação e a Transferência Ilícitas da Propriedade de Bens Culturais (1970), a Convenção para a Protecção do Património Mundial, Cultural e Natural, de 1972, a Declaração sobre a Raça e os Preconceitos Raciais, de 1978, a Recomendação relativa ao Estatuto do Artista, de 1980, e a Recomendação sobre a Preservação da Cultura Tradicional e Popular, de 1989.


* Esta definição está na linha das conclusões da Conferência Mundial sobre Políticas Culturais (MONDIACULT, Cidade do México, 1982), da Comissão Mundial sobre Cultura e Desenvolvimento (A Nossa Diversidade Criativa, 1995) e da Conferência Intergovernamental sobre Políticas Culturais para o Desenvolvimento (Estocolmo, 1998).

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A vida...



Há acontecimentos que nos levam a refletir, não no momento em que ocorrem mas mais tarde quando o pensamento está livre e nos trás o que aconteceu ao  longo do dia. Geralmente, o pensamento traz-nos as memórias que mais nos marcaram, por um motivo ou por outro. 

Foi o que me aconteceu uma noite destas, ao recordar a conversa que tive com uma amiga sobre o espancamento que envolveu os jovens filhos do Embaixador Iraquiano no nosso país e jovens portugueses. Mas a conversa veio-me à memória não pela violência utilizada que deixou em tão mal estado o jovem (Rubem) português de quinze (15!!!) anos, não pela frieza de tanta violência física reveladora de que os espancadores não tiveram qualquer tipo de humanidade pelo espancado (como se não estivessem a espancar uma vida, um ser igual a eles mesmos!!!!!!) não pelo álcool facilmente adquirido e consumido sem respeito pela lei (jovens 15 e 17 anos), não pelo carro conduzido por um menor (sem respeito pela lei), não por pais de jovens adolescentes permitirem que os filhos andem livremente pela noite dentro... 

A conversa não me veio à cabeça por esses motivos porque já anteriormente tinha refletido, imenso, sobre toda a envolvência e horror dessa tragédia perdida numa noite de Ponte de Sor.
Recordei a conversa devido à dificuldade que senti durante esse diálogo (em que outros temas sociais da atualidade surgiram naturalmente) em articular  a palavra "xenofobia". Dificuldade física não mental.
Foi fácil concluir que tal dificuldade se deveu à falta de "ginástica oral" causada por passar os dias numa quase solidão voluntária, em que raramente saio para me encontrar e conversar com alguém ou encontro pessoas com quem abordar estes temas... Debato-os de mim para mim, num monólogo mental. Leio, informo-me sobre o que me rodeia, ouço, reflito imenso (como todas as pessoas) e o pensamento não pára e todas as palavras fluem livremente e facilmente no mental. Mas articulá-las oralmente também deve ser praticado!!!  Tenho de começar a falar sózinha e em voz alta!!!

Eheh.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Os pobres... de dinheiro.

  
Há dias, numa conversa sobre os incêndios que têm assolado o nosso país, falámos dos factores e comportamentos que poderão estar nas suas origens e nas suas consequências imediatas e futuras, e em termos de desabafo comentei que eu sofro é pelos pobres numa alusão, claro, a quem ficou sem os seus parcos haveres. "Quais pobres? Não vejo pobres nenhuns apenas pessoas sentadas nas esplanadas ou a passearem." Retorquiram-me.

Estas palavras marcaram-me profundamente e vieram-me ao pensamento ao longo de vários dias.

A resposta veio mais tarde. E com ela os rostos que olhei nos meus locais de estágio (Cáritas e EAPN/ Rede anti-pobreza) e nos que olho nos percursos que diariamente palmilho.

Rostos que raramente vejo nos centros comerciais ou nas grandes superfícies. Em esplanadas ou em festas. Rostos que só ALI conheci e amei e respeitei. Rostos que me trazem lágrimas perdidas nas suas histórias de vida. Nas suas necessidades tão básicas. Pobres, é certo, mas tão PESSOAS. Pessoas como eu. Eu como ELAS.

E a resposta para que se não vejam os pobres é só essa: Rostos que raramente se veêm nos centros comerciais ou nas grandes superfícies. Em esplanadas ou em festas. Rostos que se refrescam ao cair da noite nas soleiras das suas portas. Rostos que vivem quase escondidos à percepção da maioria desta sociedade muitas vezes "moribunda" em valores, demasiado ocupada pelo seu umbigo.


sábado, 6 de agosto de 2016

O que me faz SOrriR


Resultado de imagem para dias quentes


Nestes dias tão quentes, em que sair à rua só deve ser feito pela manhãzinha ou pela noite dentro, o tempo livre é demasiado longo para refletirmos em todas as coisas que nos habitam mas que, nos dias de azáfama, vamos escondendo do pensamento.

Há conversas que ficam. Palavras proferidas que nos assolam nestes momentos de indolência. Uma dessas conversas teve como tema central a insatisfação pessoal que grassa na sociedade. O ter isto mas ambicionar ter também aquilo. O não valorizar o que se tem e valorizar demasiado o que não se tem, AINDA.
O que a VIDA poderia ter sido se determinado passo não tivesse sido trilhado e se, em vez desse passo, tivesse sido escolhido outro caminho.

Tantos SES fazem-me confusão, talvez por viver segundo outra filosofia de vida. Amo cada dia como se fosse o ultimo (sempre com "os pés assentes na terra"). Amo cada segundo, cada paisagem, cada cor... cada aroma, cada gesto. Não consigo imaginar-me tendo percorrido outro caminho porque este é o meu, aquele que eu construí, "decorei", senti... vivi. Este é o resultado das minhas emoções transformadas em ações... a cada dia da minha vida consoante o meu crescimento pessoal e compreensão do que me rodeava... não conseguiria ter feito outro caminho... só se eu fosse outra pessoa.

Quanto a insatisfação pessoal também a senti nos meus anos de jovem adulta em que o sonho ainda comandava o pensamento veloz e desejava que tudo acontecesse rapidamente. Atualmente,  sinto tranquilidade e aceitação pelo que tenho e agradeço todas as bençãos que a vida me deu e as que me possa dar.

O que me faz SOrriR???

Sair com o meu cão, numa tarde ainda quente, olhar uma varanda batida pelo sol e vislumbrar um pardalito a beber água num escorredor dessa varanda... haverá imagem que se iguale em beleza e harmonia??? Haverá riqueza maior? Haverá ambição que se lhe compare???!!!




Que a minha vida seja sempre um poema meu...

segunda-feira, 11 de julho de 2016

O Sonho foi (e é!!!)... Vencer!!!









Estes são GESTOs 
  de quem se esforçou para alcançar o Sonho...


...o maior de todos os gestos... Parar para confortar quem sofre... 












Medalhados de atletismo

Dulce Félix, Sara Moreira, Patrícia Mamona e Tsanko Arnaudov no Campeonato Europeu de Atletismo.
Sara Moreira conquistou a medalha de ouro na meia-maratona dos Europeus, prova na qual Jéssica Augusto conquistou a medalha de bronze. A terceira vencedora viria a ser Patrícia Mamona, que se sagrou campeã da Europa no triplo salto.
Por fim, seria a vez de de Tsanko Arnaudov, que conquistou a medalha de bronze no lançamento do peso.
Antes de todas estas medalhas, já Dulce Félix tinha brilhado na última quarta-feira, dia 6 de junho, quando conquistou a prata dourada nos 10.000 metros dos Europeus de Amesterdão.

  
Os quatro medalhados do passado domingo vão ser, durante a tarde de amanhã, quarta feira, condecorados com a Ordem de Mérito pelo Presidente da República.



3º Lugar na Dance World Cup

A Dance World Cup é a maior competição do mundo para crianças e jovens adultos com a maior variedade de estilos de dança.

Nesta competição participaram inicialmente cerca de 13000 candidatos de 33 países, que realizaram as provas de apuramento nos seus países. No caso de Portugal, a qualificativa teve lugar na Figueira da Foz, entre os dias 6 e 9 de fevereiro, na competição Dance World Cup Portugal.

A Academia Rosário Dance, foi uma das escolas portuguesas apuradas para a final, para representar a equipa de Portugal.

A final da Dance World Cup 2016, realizou-se me Jersey, no Reino Unido, onde estiveram presentes 3000 candidatos, oriundos de 33 países.

Portugal ficou qualificado em 2º lugar no escalão Mini e Children e em 3º lugar no escalão Júnior e Sénior.

A Academia Rosário Dance contribuiu assim para que Portugal obtivesse esta excelente pontuação e espera ajudar a melhorar estes resultados na próxima competição.

Da nossa prestação destacamos:

- 3º Lugar, coreografia “Humane trap”, escalão Júnior, categoria Grupo Contemporâneo

- 4º Lugar, coreografia “Waltz of the Hours”, escalão Júnior, categoria Grupo Clássico

- 6º Lugar, coreografia “A”, escalão Children, categoria Quarteto Moderno

- 7º Lugar, coreografia “Spice Jazz”, escalão Júnior, categoria Dueto Jazz e Show Dance

-7º Lugar, coreografia “Dream Girl”, escalão Júnior, categoria Solo Jazz

- 7º Lugar, coreografia “3 to 1”, escalão Mini, categoria Quarteto Moderno

- 10º Lugar, coreografia “Express”, escalão Mini, categoria Dueto Moderno

-13º Lugar, coreografia “Respect”, escalão Children, categoria Dueto Moderno

- 19º Lugar, coreografia “Superhuman”, escalão Children, categoria Grupo Moderno

http://www.colegiodorosario.pt/CNSR/noticiaDetalhes.aspx?id=610

Portugal é campeão europeu de hóquei em patins

Portugal venceu a Itália, por 6-2, e sagrou-se campeão europeu de hóquei em patins.


A seleção portuguesa de hóquei em patins sagrou-se pela 21.ª vez campeã europeia, ao vencer em Oliveira de Azeméis a Itália por 6-2.
Num encontro em que esteve a perder por 2-0 desde muito cedo, ambos os tentos italianos anotados por Federico Ambrosio, a formação lusa surgiu transfigurada do intervalo e, além da reviravolta, construiu uma goleada na segunda metade, com dois tentos de Diogo Rafael e um de Reinaldo Ventura, Rafa, João Rodrigues e Helder Nunes.
A seleção lusa já não conquistava um Europeu há 18 anos, depois do título em Paços de Ferreira, e continua a ser quem mais títulos tem, agora com 21, contra os 16 da Espanha, terceira classificada na prova.