quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Ideia...

...as "queridas" estavam na minha casa e, no meio das tarefas, pensei "e se fossemos ao cinema?". Até os olhos sorriram com o pensamento e com a alegria que certamente iria causar tal proposta. 
As ideias surgem assim do nada ou do tudo, da vontade de transformar pequenos momentos em bons momentos, em melhores momentos, mais ricos...que deixem uma marca para que não se percam na vida.

 
 E lá fomos...numa felicidade una. Num sorriso conjunto de pipocas a estalar docinhas, docinhas...

A Hora Mais Negra


A Hora Mais Negra

Título original:
Darkest Hour
De:
Joe Wright
Com:
Gary Oldman, Lily James, Kristin Scott Thomas, Stephen Dillane
Género:
Drama
Classificação:
M/12
Outros dados:
GB, 2017, Cores, 125 min.
Ano de 1940. A Europa atravessa um período negro, com a Alemanha nazi a ganhar território e poder sobre as forças aliadas. Winston Churchill é um estadista brilhante que, a 10 de Maio desse mesmo ano, se vê nomeado de urgência para o cargo de primeiro-ministro britânico. Poucos dias depois da tomada de posse, depara-se com a maior e mais difícil decisão da sua vida: aceitar um tratado de paz com a Alemanha, submetendo-se às suas ordens; ou declarar guerra ao inimigo, lutando pela liberdade e independência do seu povo…
Com realização de Joe Wright ("Orgulho e Preconceito", "Expiação", "Anna Karenina") e argumento de Anthony McCarten, um filme dramático sobre um momento crucial da vida política do estadista, escritor, orador e historiador que serviu como primeiro-ministro do Reino Unido entre 1940 e 1945 e, mais tarde, entre 1951 e 1955. O actor Gary Oldman (quase irreconhecível) é Winston Churchill; Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas, Lily James, Stephen Dillane e Ronald Pickup dão vida às personagens secundárias. PÚBLICO
 

E a frase que ficou "Quando a juventude nos falha a sabedoria que nos valha"

Felizmente, até o volume do som (sonância) foi nosso amigo, pois estava mais agradável do que nas idas anteriores...

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Até breve "gaivotas"...



 







 
Finalmente as "gaivotas" (embarcações de recreio) "levantaram voo" para local seco e abrigado, espero...
Hoje pela manhã, eu e o Apolo, constatámos este facto... 

... as gaivotas já não se encontravam à deriva, na Lagoa Artificial da cidade. 

Ficámos felizes, pois ficámos, e aqui fica o agradecimento.

Na ultima ida à Lagoa comentei com algumas pessoas, que por ali circulavam, o meu desagrado pela situação e estas concordaram comigo. 
As gaivotas deveriam estar resguardadas neste período do ano... Uma dessas pessoas disse-me que iria chamar a atenção para a situação junto das entidades competentes.

http://celestefeliz.blogspot.pt/2017/11/lagoa.html 
O que é facto é que as gaivotas se "recolheram" e eu fico extremamente feliz... Lá para a Primavera espero encontrá-as, de novo, a brilhar ao solinho primaveril.


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Ruas e Praças...



Já há algum tempo que li em algum jornal local sobre a adoção de nomes para os variados corredores do Fórum de Castelo Branco. Sendo assim, lá vagueei pelos corredores (agora ruas e praças) na procura dos nomes escolhidos. Sim, lá estavam as placas identificativas mas só e apenas isso. Só alusão aos nomes. Nada de conteúdo ilustrativo dos vultos da nossa história cultural ou social ou política. Nada sobre o nosso Bordado de Castelo Branco cujo nome figura na Praça do Bordado de Castelo Branco, nem uma foto nem um trabalho, nem a sua história, a sua origem e evolução... Algo que "encha o olhar" a quem nos visita. Nada sobre António Salvado, com um tão vasto tesouro literário... nem uma frase nem um poema. 

  
Rua Afonso de Paiva, Praça do Bordado de Castelo Branco, Rua Amato Lusitano, Rua António Salvado, Rua António Ramalho Eanes, Rua Mestre Cargaleiro, Ruas das Portas de Ródão, Rua João Roíz de Castelo Branco, Praça Viola Beiroa e Rua do Adufe

Esperava mais, muito mais...

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Escuderia de Castelo Branco - Gestos de Solidariedade


Há já alguns dias, numa ida à pastelaria logo pela manhã, deparei-me com uma caixa em cima do balcão. A curiosidade levou-me a aproximar e verifiquei que esta caixa tinha a finalidade de recolher donativos para reflorestar Oleiros.

"Rali Solidário - uma árvore por Oleiros"

Ao lado da caixa estava uma folha onde quem estivesse interessado em colaborar poderia deixar o seu nome e indicar a quantia com que tinha contribuído.
Não fiquei indiferente e contribuí para tão nobre causa... mas não deixei o meu nome nem o valor da minha parca ajuda.

Esta iniciativa de solidariedade foi tomada pela Escuderia de Castelo Branco.

Hoje, pela manhã, estava afixada uma nota informativa da Escuderia onde dava a conhecer (e agradecia os donativos recebidos) que com esta iniciativa e graças ao contriuto de todos os que participaram a Escuderia de Castelo Branco entregou 3446 árvores à Cãmara Municipal de Oleiros.

 
O meu coração sorriu e o meu olhar brilhou pois, com tantas más notícias em todos os ecrãs, esta limpou a minha alma e a esperança refloresceu...

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Zé Pedro





"Partiu" um homem bom...



Pensas Que Eu Sou Um Caso Isolado
Não Sou O Único A Olhar O Céu
A Ver Os Sonhos Partirem
À Espera Que Algo Aconteça
A Despejar A Minha Raiva
A Viver As Emoções
A Desejar O Que Não Tive
Agarrado Às Tentações

E Quando As Nuvens Partirem
O Céu Azul Ficará
E Quando As Trevas Abrirem
Vais Ver, O Sol Brilhará
Vais Ver, O Sol Brilhará

Não, Não Sou O Único
Não, Sou O Único A Olhar O Céu
Não, Não Sou O Único
Não, Sou O Único A Olhar O Céu

Pensas Que Eu Sou Um Caso Isolado
Não Sou O Único A Olhar O Céu
A Ouvir Os Conselhos Dos Outros
E Sempre A Cair Nos Buracos
A Desejar O Que Não Tive
Agarrado Ao Que Não Tenho
Não, Não Sou O Único
Não Sou O Único A Olhar O Céu


 ... uma PessoA DocE.

 ... uma PessoA GentiL.

 ... uma PessoA EducadA.

 ... uma PessoA InteressadA.

https://www.publico.pt/2017/11/30/culturaipsilon/opiniao/o-grande-ze-pedro-1794563 




terça-feira, 28 de novembro de 2017

SonhO

Esta noite sonhei
Sim foi um sonho
Sonhei e acordei
E por ser um sonho
E por ser tão belo
Tentei agarrá-lo de novo
Tentei continuá-lo
Tentei perpetuá-lo
Oh! Que ilusão!
Pois por ser um sonho
Foi impossível agarrá-lo
Foi impossível continuá-lo.

As imagens eram nítidas 
Ao acordar 
Mas depressa se esfumaram
Depressa se desvaneceram
Por isso tenho a certeza que foi um sonho
Pois se sonho não fosse
E se de um pesadelo se tratasse
As imagens ficariam a martelar
Por longas horas
A pesar.

Mas foi um sonho
E um rasto de saudade
E um sopro de felicidade
Num misto de melancolia
Pairou pelo ar
Neste meu dia
De horas por acabar.

(Celeste Rebordão)